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História Município Unaí (MG)

Unaí

Minas Gerais - MG

Histórico

A história de Unaí encontra-se fortemente vinculada à ocupação do Centro-Oeste Brasileiro, bem como ao desenvolvimento de Paracatu, um dos municípios mais antigos de toda a região.

A área teve seu povoamento efetivo a partir do século XVIII, ainda que o território hoje ocupado por Paracatu já tivesse sido identificado pelos portugueses desde os primórdios da ocupação de sua colônia na América.

Ainda no século XVI, aí aportaram as expedições chefiadas por Domingos Luís Grou (1586-7), Antônio Macedo (1590), Domingos Rodrigues (1596) e Domingos Fernandes (1599). No século seguinte, registra-se a passagem das bandeiras de conquista e apresamento de indígenas de Nicolau Barreto (1602-4) e de Lourenço Castanho Taques, o Velho (1670), que atingiu terras do atual município de Unaí. Em homenagem a ele, as montanhas situadas ao norte da localidade analisada recebem a denominação de Serra do Castanho.

Quatro diferentes caminhos que conduziam aos sertões de Goiás se encontravam no atual território paracatuense e daí seguiam como uma só estrada: o denominado de Picada de Goiás, o de Pitangui ao citado Estado, o que passava por São Romão e o que permitia atravessar o Rio São Francisco, perto da barra do Abaeté. No local onde se reuniam, formou-se inicialmente um pequeno núcleo populacional, com algumas casas que forneciam abrigo e alimentação aos viajantes, em época anterior à descoberta das minas na região.

O Bandeirante Felisberto Caldeira Brant e seus irmãos teriam dado a notícia do achado das riquezas auríferas dos sertões do Paracatu ao então governador das Minas Gerais, Gomes Freire de Andrada, em 24 de junho de 1744. Em seguida, foram distribuídas diversas sesmarias na área, para povoamento e, segundo se dizia à época, para defesa daquelas terras contra o gentio bravo. Assim, surgiram fazendas de criação de gado, cuja atividade abastecia as partes do território onde se explorava o ouro.

O arraial de Paracatu foi elevado a Vila de Paracatu do Príncipe em 20 de outubro de 1798, dependente da Comarca do Rio das Velhas. Sua própria comarca foi criada em 1815, passando a localidade à categoria de cidade em 1840.

Já no século XIX, o fazendeiro Domingos Pinto Brochado teria chegado a uma área então pertencente a Paracatu, aí se instalando com familiares, outros parentes e escravos. Com eles estava o padre Antão José da Rocha. Outras famílias, como a de Rodrigues Barbosa e a de Clemente José Souto também se estabeleceram nas imediações, surgindo um povoado perto do Rio Preto (chamado Capim Branco), que mais tarde daria origem à atual sede municipal de Unaí. Pela Lei Provincial no. 1.993, de 1873, esse povoado foi elevado à categoria de distrito, sob a denominação de Rio Preto. Tal elevação foi confirmada em 1891, através da Lei Estadual no. 2, de 14 de setembro. Em 1879 implantou-se a primeira igreja, em homenagem a Nossa Senhora da Conceição. Sabe-se também que o primeiro estabelecimento de ensino foi a atual Escola Estadual Domingos Pinto Brochado, que teve Teófilo Martins Ferreira como primeiro professor e Maria Torres como diretora.

A Lei no. 843, de 7 de setembro de 1923, alterou o nome do distrito de Rio Preto para Unaí (topônimo de origem indígena, que significa Águas Escuras), passando então o povoado, antes Capim Branco, a receber o nome do rio que banha a área.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Rio Preto (ex-povoado de Capim Branco), pela lei provincial nº 1993, de 13-11-1873, e lei estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Paracatu.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Rio Preto figura no município de Paracatu.

Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920.

Pela lei estadual nº 843, de 07-09-1923, o distrito de Rio Preto tomou o nome de Unaí.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Unaí (ex-Rio Preto) figura no município de Paracatu.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Elevado à categoria de município com a denominação de Unái, pelo decreto-lei estadual nº 1058, de 31-12-1943, desmembrado de Paracatu e São Romão. Sede no antigo distrito de Unaí. Constituído de 5 distritos: Unaí, Garapuava, Buritis, Fróis (ex-Lajes) Serra Bonita (ex-Joanópolis), os dois primeiros desmembrados de Paracatu os dois últimos desmembrados de São Romão. E foram alterados pelo mesmo decreto-lei estadual acima citado. Não temos a data de instalação.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 5 distritos: Unaí, Buritis, Fróis, Garapuava e Serra Bonita.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela lei estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do município de Unaí os distritos de Buritis e Serra Bonita, para formar o novo município de Buritis. Pela mesma lei acima desmembra do município de Unaí o distrito de Fróis. Elevando-o à categoria de município com a denominação de Bonfinópolis de Minas. E ainda foram criados os distritos de Cabeceira Grande e Santo Antônio do Boqueirão.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Unaí, Cabeceira Grande, Garapuava e Santo Antônio do Boqueirão.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1991.

Pela lei municipal nº 1363, de 17-11-1991, é criado o distrito de Uruana e anexado ao município de Unaí.

Pela lei nº 1382, de 22-11-1991, é criado o distrito de Palmeirinha e anexado ao município de Unaí.

Em divisão territorial datada de 1991, o município é constituído de 6 distritos: Unaí, Cabeceira Grande, Garapuava, Palmeirinha, Santo Antônio do Boqueirão e Uruana.

Uruana figura município de Unaí.

Pela lei estadual nº 12030, de 21-12-1995, desmembra do município de Unaí os distritos de Cabeceira Grande e Uruana de Minas (ex-Uruana) elevando-os à categoria de município.

Pela lei nº 1775, de 15-10-1999, é criado o distrito de Ruralminas e anexado ao município de Unaí.

Em divisão territorial datada de 1999, o município é constituído de 5 distritos: Unaí, Garapuava, Palmeirinha, Ruralminas e Santo Antônio do Boqueirão.

Pela lei nº 2219, de 12-07-2004, é criado o distrito de Pedras de Marilândia e anexado ao município de Unaí.

Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 6 distritos: Unaí, Garapuava, Pedras de Marilândia, Palmeirinha, Ruralminas e Santo Antônio do Boqueirão.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Rio Preto para Unaí, alterado pela lei estadual nº 843, de 07-09-1923.

Fonte: Prefeitura Municipal

Os primeiros habitantes de Unaí segundo a história, foram Domingos Pinto Brochado, seus parentes, amigos e escravos. E que aqui se estabeleceram em meados de século XIX, entretanto, é ela contestada pelo Sr. Álvaro Rodrigues Barbosa, historiador nato de Unaí, detentor de uma vasta documentação comprobatória que afirma, com base em seus documentos, que em fins do séc. XVIII aqui se estabeleceram José Rodrigues Barbosa, Clemente José Souto, Padre Antão José da Rocha, Maximiniano José Souto, Tomé Jose de Carvalho e outros. E, portanto já existiam vários habitantes quando aqui chegaram Domingos Pinto Brochado e seus acompanhantes.

Ribeira do Rio Preto, foi o primeiro nome dado ao local quando do surgimento de um pequeno povoado assentado ás margens do Rio Preto, surgido em meados do séc. XIX.

Se há contestação com referência aos primeiros habitantes, há também pelo mesmo senhor, o argumento de que o povoado, não foi fundado por Domingos Pinto Brochado, visto que o proeminente senhor nasceu em 1842, conforme documentos em seu poder. Parece-nos que o espaço de tempo entre o nascimento do Domingos Pinto Brochado e a elevação do povoado a distrito não é suficiente, pois em 1873 (data da elevação a distrito) o esmo contava com apenas 31 anos, idade precoce para uma iniciativa de tamanha envergadura, ademais, segundo documentos em poder do Sr. Álvaro Rodrigues Barbosa, antepassados como Padre Antão, Clemente Souto, faleceram na região em 24/07/1844 e 02/08/1846 respectivamente época em que o Sr. Domingos Pinto Brochado era ainda criança recém nascida.

ORIGEM DO TOPÔNIMO - povoado de Ribeira do Rio Preto, depois distrito do Rio Preto com sede em Capim Branco (ex ribeira do Rio Preto) e finalmente distrito de Unaí. Unaí que na língua indígena significa Rio de águas Escuras e cujo gentílico é Unaiense.

ORIGEM DO TOPÔNIMO - povoado de Ribeira do Rio Preto, depois distrito do Rio Preto com sede em Capim Branco (ex ribeira do Rio Preto) e finalmente distrito de Unaí. Unaí que na língua indígena significa Rio de águas Escuras e cujo gentílico é Unaiense.

OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO E FATORES DETERMINANTES DO MESMO ? a disponibilidade de terras favoráveis ao uso agrícola e a diversificação das pastagens nativas, muito contribuíram para o rápido incremento a lavoura e pecuária, surgindo daí a afluência da imigração que fez constituir o princípio de um povoado que inicialmente chamou de Ribeiras do Rio Preto. Outro fator concorrente foi que começavam esgotar-se o ouro nas minas da vila de Paracatu do Príncipe, hoje, Paracatu, provocando a busca do metal em outras paragens e obviamente muitos escolheram Unaí não por causa do ouro mas para se dedicar a outras atividades.

EMANCIPAÇÕES ? Em 1873, pela Lei provincial n° 1993, foi criado o distrito com a denominação de Rio Preto, tendo como sede capim Branco anteriormente chamado de Ribeira do Rio Preto, pertencente ao município de Paracatu. A elevação de distrito foi posteriormente ratificada pela alei Estadual n° 2 de 10/09/1891.

Em 07 de setembro de 1923, através da lei n° 843 fez-se a mudança da denominação de Rio Preto para Unaí, cuja lei alcançou também a antiga sede distrital, chamada anteriormente Capim Branco.

A criação do município ocorreu em 1943, pela lei Estadual n° 1.058 de 31 de dezembro do mesmo ano, incluindo em seu território os distritos de Unaí, Fróis e Garapuava desmembrados de Paracatu e os de Buritis e Serra Bonita de São Romão.

Em 1962 foram desmembrados por emancipação os distritos de: Frois que passou a denominar Bonfinópolis de minas e o de Buritis que teve anexado ao seu território o distrito de Serra Bonita.

O município de Unaí conta com os distritos de Unaí, Garapuava, Santo Antonio do Boqueirão ambos criados em 1962. Ruralminas e Palmeirinha (criados em 1995). e posteriormente o distrito de Pedras de Marilândia.

No início da existência o povoado era constituído de três ruas em desalinho, comércio com gêneros de 1ª necessidade (vendas), um mestre-escola que ensinava os filhos de pobres (ricos estudavam em Paracatu do príncipe), havia organização política sobre a égide da Vila de Paracatu, havia também um cemitério junto ao povoado para enterrar os mortos ricos e um distante, às margens do Ribeirão Santa Rita para enterro de gente pobre.

O passado de Unaí está cheio de contos, lendas e estórias alguma empolgantes envolvendo índios, escravos e tropeiros ou viajantes da época.

Conta-se que uma tribo de índios tapuias habitavam em uma Gruta na Pedra do Gentio, ponto turístico do município onde há vestígios de índios (ossos e pinturas rupestres), saqueavam viajantes transeuntes de um caminho que ligava Formosa ? GO (antigo Arraial dos Couros) à Sabará, onde efetuava-se a cunha do ouro; e que num desses saques os nativos foram contaminados por varíola que dizimou a tribo, sobreviveram apenas dois índios, um menino e outro ancião, que os sobreviventes reuniram todos os produtos dos saques, verdadeira fortuna em ouro e diamantes e os depositou em uma caverna no alto de uma pedra próximo ao córrego do Qüeba, distante aproximadamente seis quilômetros da moradia da tribo, para a operação utilizaram de uma enorme árvore existente junto à dita Pedra por onde subiram levando o tesouro e após concluído o serviço a árvore fora cortada pelo índio ancião tendo o mesmo falecido algum tempo depois e o menino ficou sozinho perambulando sem rumo, em contato com moradores da região relatou o fato como pôde. Nunca soube mais nenhuma notícia do pequeno índio. Deve ter morrido logo em seguida.

Contam-se também que uma imagem de Santo Antônio foi encontrada no topo de um tôco de árvore que emergia no leito do Rio Preto no vau de passagem utilizado pelos viajantes garimpeiros provenientes de Goiás que demandavam Paracatu ou Sabará para levar o ouro extraído naquele estado. Um desses viajantes encontrou a imagem do santo, imagem bem esculpida, visto de pronto que não era produto natural daquela região, impressionado com o achado sem conhecimento de habitantes naquelas paragens, a levou e entregou-a para o Bispo da diocese de Paracatu, contando o fato.

Decorrido alguns anos a imagem reapareceu no local original, no mesmo tôco, onde foi encontrada tempos atrás. Comenta-se que foi o morador e proprietário daquelas terras o Sr. Clemente José Souto que colocara a imagem naquele local, e que a surrupiara da igreja em Paracatu a recolocando de volta no mesmo tôco provocando o ?milagre?, fala-se que até pegadas do santo havia na margem do rio. Isso, para atrair a atenção do povo para aquela região, o que realmente aconteceu. Clemente José Souto doou uma gleba de terras à diocese no local da aparição da imagem, onde foi construída uma igreja e iniciou-se uma povoação e que até hoje acontece no dia de Santo Antônio a romaria de Santo Antônio do Boqueirão, com a participação de grande número de romeiros.

Autor do Complemento: IBGE

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Tudo sobre Unaí

  • ViajarPopulação 2010: 77.565 Habitantes
  • ViajarUnidade Territorial: 8.447,098 Km²
  • ViajarDensidade: 9,18 Habitantes por Km²
  • ViajarGentílico: Unaiense
  • ViajarBioma: Cerrado
  • Previsão do Tempo

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